‘Jovens estão adoecendo por homofobia psicológica’, diz União Nacional LGBT


O dia 17 de maio foi marcado por manifestações e atos em todo o mundo para combater violência contra pessoas por identidade de gênero e/ou orientação sexual. Para a União Nacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais (LGBT) no Amapá, a violência que mais têm afetado as pessoas é a psicológica.

“Jovens LGBTs estão adoecendo por homofobia psicológica, que é você reproduzir um discurso LGBTfóbico. É o que leva esses jovens ao adoecimento, de não ter acesso a uma política de saúde mental. Isso é um grande problema. Nossa juventude está sendo vítima e infelizmente está encontrando no álcool e em outras drogas, ilícitas, uma forma de enganar essa violência que sofre da sociedade”, descreveu André Lopes, diretor de relações institucionais da União Nacional LGBT.

Esse tipo de homofobia psicológica apontada por Lopes gera, entre outras consequências, problemas mentais. Para o diretor, o que vem depois dessa homofobia não é acompanhado pelo poder público.

Em 2017, diante de casos de homofobia, grupo fez ensaio fotográfico contra o preconceito (Foto: Jonas Modesto/Arquivo Pessoal)

“A gente não consegue ter dados porque infelizmente não conseguimos trabalhar a saúde mental desses jovens LGBTs, ou o tratamento que a gente possa emancipar ou acabar com a homofobia. Essa é a pior homofobia que a gente enfrenta, porque é algo silencioso, que deixa os jovens deprimidos, sem autoestima, que não conseguem ter uma relação afetuosa devido esse discurso”, citou Lopes.

Leia na íntegra: https://goo.gl/WiVDbY

Fonte: G1


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