LGBTS CONTAM COMO DRIBLAM O PRECONCEITO NOS ESTÁDIOS DO BRASIL

Assim como o futebol ganha fãs todos os dias, gays, bissexuais, travestis e transexuais morrem em todo o mundo. Só no Brasil, 445 LGTBs foram assassinados em crimes motivados por homofobia no ano de 2017, o que representa uma vítima a cada 19 horas, de acordo com levantamento realizado pelo Grupo Gay da Bahia (GGB). Reflexo da sociedade, a hostilidade também é comum nos estádios e o preconceito muitas vezes acaba ficando na cadeira de alguém que deixa de assistir aos jogos por medo.




Há duas semanas, o palmeirense William de Lucca, de 32 anos, presente em vitória do Palmeiras por 2 a 0 sobre o São Paulo, no Allianz Parque, virou assunto nas redes sociais por ter manifestado incômodo com reações homofóbicas dede alguns alviverdes no estádio. William é gay, sentiu-se ofendido com cânticos entoados contra são-paulinos e manifestou-se pelo Twitter.

No último fim de semana, uma mãe se manifestou na mesma rede social sobre atos da torcida Independente, organizada do São Paulo, no estádio Anacleto Campanella, em São Caetano do Sul: "Meu filho tem 14 anos. Ama o SPFC. Estamos no Anacleto, próximos à torcida e a Independente mandou todos os moleques tirarem os brincos pra não pareceram viados e que ali era "torcida organizada". A molecada, com medo, tirou", desabafou.

Segundo a "Folha de S. Paulo", o Brasil é o sexto em ranking de países mais multados pela Fifa por homofobia. Só durante as eliminatórias para a Copa do Mundo, a CBF foi punida cinco vezes e teve que pagar R$ 336 mil à Federação. 

Leia na íntegra acessando: https://goo.gl/qWod1Z

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