terça-feira, 6 de setembro de 2011

O Conselheiro Municipal André "Pomba" Fala Sobre a Atuação do Conselho LGBT de São Paulo

A atual composição do Conselho Municipal LGBT de São Paulo desde que foi instaurado no ano passado, realizou reuniões mensais sem furar um mês. Eu mesmo compareci a todas as reuniões (14 no total) sem faltar em nenhuma. Todos os conselheiros foram eleitos pelo voto popular e mostram representatividade dentro dos seus segmentos e não há dúvida que o conselho adquiriu um formato mais propositivo, menos partidarizado e polarizado como era antes. Por isso, o Conselho não precisa ser "ressuscitado" (na visão de alguns militantes), mas com a presença de um membro da sociedade civil na presidência, está claro que sua atuação será mais presente à população e próxima aos conselheiros eleitos.



O que falta realmente para o Conselho é visibilizar melhor as suas ações, assim como as da própria CADS. Para tanto, está sendo concluido um site no formato blog (http://conselhocads.blogspot.com), que tem algumas atas e resoluções. Neste primeiro ano, foram várias moções, vários encaminhamentos, principalmente nas questões referentes a denúncias e combate à homofobia na cidade de São Paulo, com reuniões com a cúpula de Secretarias de Segurança municipal e estadual. Nos reunimos com todas as secretarias municipais presentes no Conselho, conhecendo e aproximando-se de sua atuação, propondo melhorias.

Nos dois últimos meses, o Conselho esteve ativamente focado na questão da Conferencia Municipal, através da comissão organizadora em seis reuniões. Cinco dos seus membros (Dario, Pomba, Tais, Dindry e Miriam) estavam semanalmente se reunindo para acertar todos os detalhes com a CADS. Justamente foi a atuação do Dario, em conjunto com a CADS, na elaboração do regimento que transformou a Conferencia Municipal num sucesso - pois finalmente temos um conjunto de proposta exequíveis em busca de um Plano Municipal LGBT - que o cacifou para ser o presidente do Conselho.


Pela primeira vez, também, o conselho foi à periferia da cidade em todas as regiões, para ouvir as suas demandas nas sete Conferências Livres e caminha pra reuniões presenciais mais próximas da população fora do centro da cidade. Em todas, foi unânime a necessidade de melhoria dos canais de comunicação. Por isso, cremos que grande parte da comunidade LGBT desconhece todo o trabalho que vem sendo feito, mas prometemos tentar reverter este quadro nesse último ano de mandato.

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