sexta-feira, 10 de março de 2017

Diversidade Tucana Sampa se reúne em evento sobre políticas para LGBT na cidade de São Paulo


Muito tem sido dito sobre políticas para LGBT e como superar o preconceito com políticas públicas afirmativas, mas o que o PSDB em São Paulo tem feito para essa população?




Essas e outras questões fazem parte do próximo encontro do Diversidade Tucana na capital paulista:  “O PSDB e a Diversidade LGBT”. O Encontro tem data marcada para amanhã, 11/03 e contará com a presença de personalidades como Zuzinha (Mario Covas Neto), Marcos Fernandes que é o atual Presidente do Secretariado Diversidade Tucana, o Secretário de Desenvolvimento Social Floriano Pesaro e também Ivan Batista, Coordenador de Políticas para LGBT da prefeitura de São Paulo.

O encontro reafirma o crescimento do secretariado e o compromisso do partido com a Diversidade.


Diretório Estadual PSDB – SP
Av Indianópolis, 1123 – Moema , São Paulo
(11)5078-4545
Data: 11/03/17
Horário:13h às 17h
Entrada Gratuita

quarta-feira, 8 de março de 2017

Parabéns mulher

Hoje eu não posso elogiar e te parabenizar pela sua beleza, sua doçura ou sua feminilidade. Em 1977 o dia 8 de março foi oficializado e reconhecido pelas Nações Unidas como Dia Internacional da Mulher, mas sua batalha havia começado décadas, séculos antes. Seu dia representa todo o seu suor, seu trabalho duro, sua luta por igualdade, estudos e oportunidades de demonstrar seu talento e força de vontade em qualquer que seja sua área de atuação.

Hoje você está cada dia mais empoderada, sempre ciente do quanto precisa se esforçar para superar os desafios que infelizmente ainda é machista. Você mulher, tem voz e não tem medo de usa-la, não devemos parabeniza-las hoje por sua beleza e doçura. Bela e doce, sim, quando quiser e pra quem quiser ser Mas não é esse o intuito desse dia. Hoje, e sempre, devemos parabeniza-las por suas olheiras de noites de estudo, pelos calos em suas mãos por longos dias de trabalho, pela sua coragem de serem o que quiserem ser, quem quiserem ser. Presidentes, prefeitas, juízas, mães, filhas, mecânicas, motoristas, repórteres, ativistas, lisa, crespa, negra, oriental, hétero, lésbica, trans, cis. São pequenos exemplos de tantas faces, de tantas mulheres hoje homenageadas.

Você é linda, mas mais que isso, você é uma mulher poderosa e forte então sorria, tenha sempre a certeza disso e conquiste. Sempre ciente do quanto precisa se esforçar para superar os desafios em um mundo que infelizmente ainda é machista.  

Marcos Fernandes
Diversidade Tucana Nacional                  

terça-feira, 7 de março de 2017

O Casamento de Edgar Souza, um marco para história do PSDB e do Movimento LGBT

O primeiro prefeito eleito assumidamente gay casou no último sábado (4).

Edgar Souza (PSDB), que foi o primeiro candidato a prefeito assumidamente homossexual do Brasil a ganhar uma eleição e se reeleger, reafirmou seu amor pelo empresário Alexsandro Luciano e a troca de alianças aconteceu no Lins Country Club no último sábado, 04/03.

O enlace tornou-se um marco para o movimento LGBT e para PSDB, porque Souza além de ser o primeiro prefeito eleito assumidamente gay, agora também é o primeiro prefeito gay que casou durante o mandato. Não existem registros de um outro prefeito homossexual que de fato, tenha assumido sua relação homoafetiva e tenha casado durante seu mandato.

A questão aqui é coragem de ser quem se é, sem rótulos, sem máscaras e isso é muito importante para a comunidade LGBT como um todo, que tanto precisa de representatividade em todos os âmbitos.

A cerimônia de caráter ecumênico, reuniu representantes de diversas religiões demonstrando que independente das diferenças as pessoas podem e devem conviver em harmonia.

O prefeito Edgar teve entre seus padrinhos o presidente do Diversidade Tucana, Marcos Fernandes e também, Ivan Batista que é o novo Coordenador de Políticas para LGBT. Edgar é integrante do Secretariado Diversidade Tucana e militante pelos direitos LGBT, com Edgar em Lins, todos nós nos sentimos representados.
No centro, Ivan Batista juntamente com o casal Alexsandro e Edgar

Nós do Diversidade Tucana desejamos felicidades ao casal e torcemos para mais e mais políticos tenham essa coragem de enfrentar a homofobia como Edgar e Alexsandro tiverem.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Tucano assume o comando da Coordenação de Políticas para LGBT em SP com foco total no Transcidadania

O programa Transcidadania, da prefeitura de São Paulo, vem promovendo a integração social e o resgate da cidadania de travestis, homens e mulheres transexuais em situação de vulnerabilidade na capital paulista, administrada por João Doria (PSDB). Um dos principais focos é oferecer empregos a essa parcela da população. O projeto está, desde o início de fevereiro, sob o comando do novo coordenador de Políticas para LGBT de São Paulo, o tucano Ivan Batista, e em fase de renovação.


Ivan Batista é membro da Diversidade Tucana,
grupo do PSDB que luta a favor
de políticas de inclusão. Ele explicou que o
momento do Transcidadania é de
concentração para amplificar os progressos,
e que a condução do beneficiado
até as vagas de emprego será a prioridade
da sua gestão.


“A gestão anterior se focou na porta de entrada, o começo e meio, mas não conseguiu
êxito na porta de saída. Depois dos cursos concluídos, o beneficiado não tinha a ponte até o emprego. E esse é o ponto onde queremos chegar”, explicou.



O tucano destacou ainda que pretende buscar parcerias com empresas da inciativa
privada para facilitar o elo entre os beneficiados e as vagas de trabalho. No entanto,
ele enfatizou que é preciso atenção e preparação corporativa no acolhimento das
travestis e transexuais.
“Não adianta a empresa declarar que é aberta à diversidade. É preciso trabalhar o seu
público interno, mudar a cultura. É uma questão de educação corporativa para as
pessoas se respeitarem”, disse.
Ivan também pretende construir um programa de capacitação e sensibilização de
servidores públicos e empresas para o respeito à população LGBT, usando a
lei estadual número 10.948/01 como base. A legislação pune toda e qualquer
discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero.
O presidente da Diversidade Tucana, Marcos Antonio Fernandes, classificou o
programa como “muito importante” e “fundamental” por criar condições para as
pessoas trans alcançarem oportunidades melhores junto à sociedade.
“O programa é importante para a cidadania de um modo geral, e não apenas
para transexuais e travestis. Beneficia toda a sociedade”, disse.
Fernandes explicou que o projeto começou na gestão do hoje senador
José Serra (PSDB-SP), que foi prefeito entre 2005 e 2006, e era originalmente
chamado de POT (Programa Operação Trabalho). Segundo ele, Serra começou
a incluir a população LGBT no projeto e o Transcidadania foi sendo ampliado
nas gestões seguintes.
Voltado para a qualificação profissional e o posicionamento no mercado de trabalho,
o projeto dá a transexuais e travestis a oportunidade de concluir o ensino Fundamental
e Médio, além de receber atendimento psicossocial.
O programa oferece condições de autonomia financeira, por meio de pagamento de uma
bolsa no valor de R$ 1007,00 em troca da execução de atividades relacionadas
à conclusão da escolaridade básica e da formação profissional e cidadã. Atualmente
o Transcidadania tem 135 inscritos recebendo a bolsa e aproximadamente
400 pessoas na fila de espera.

Fonte: psdb.org.br

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Legalização do casamento gay fez suicídio entre jovens cair nos EUA

A legalização do casamento de pessoas do mesmo sexo, nos Estados Unidos, foi associada a uma redução significativa nas taxas de suicídio entre alunos do ensino médio, e a diminuição foi ainda mais intensa entre jovens homo e bissexuais. A conclusão é de um estudo feito por pesquisadores da Faculdade de Medicina Johns Hopkins e publicado no periódico Jama Pediatrics.


A equipe analisou dados dos Estados que já tinham aprovado leis até 2015, quando uma decisão da Suprema Corte americana tornou legal a união civil de pessoas do mesmo sexo em todo o país. As taxas de suicídio entre jovens, nesses locais, foram comparadas às taxas registradas nos Estados que ainda resistiam à legalização. O levantamento inclui informações a partir de 1999, cinco anos antes de a primeira lei estadual sobre o tema ser aprovada no país.

O número é impressionante: houve 134 mil tentativas de suicídio a menos por ano nas regiões onde o casamento gay já havia sido legalizado. As taxas de suicídio entre alunos do ensino médio, em geral, foram 7% mais baixas nesses Estados. Já entre gays, lésbicas e bissexuais, a redução foi de 14%. Nos Estados em que a lei não tinha sido promulgada não houve nenhuma diminuição.


Para os pesquisadores, os resultados mostram o quanto políticas públicas podem interferir no comportamento da população. Ainda que a maioria dos adolescentes ainda não pense em casamento, o fato de gays e lésbicas terem os mesmos direitos que os heterossexuais ajuda a diminuir o estigma e faz com que os jovens se sintam mais esperançosos em relação ao futuro. Vários estudos já mostraram que o risco de suicídio é mais alto entre jovens homo ou bissexuais.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Polícia Civil do Pará vai expandir emissão de carteiras de nome social para o interior do Estado

A Polícia Civil vai expandir para os postos de identificação no interior do Estado do Pará a carteira de nome social para travestis e transexuais que queiram ter o documento de identidade no gênero e nome no qual se identificam. A emissão está prevista para iniciar a partir da segunda quinzena de março deste ano. A novidade foi anunciada durante reunião entre a titular da Diretoria de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAV), delegada Aline Boaventura, e o diretor de identificação da Polícia Civil, papiloscopista Antônio Ricardo Paula, na Delegacia-Geral, em Belém.

Antonio Ricardo e Aline Boaventura: Reunião define novo serviço no interior do Pará


Os documentos serão emitidos nos postos de identificação localizados nas cidades-sedes de cada região do Estado do Pará, e nos municípios de Xinguara e Parauapebas, no sudeste paraense. Para requisitar a carteira de nome social, travestis e transexuais deverão apresentar a carteira de identidade original, duas fotos 3x4 iguais e em cores, certidão de nascimento original e comprovante de residência. “A emissão da carteira de nome social é gratuita em todas as vias”, explica o diretor de identificação. A delegada Aline Boaventura destaca que, brevemente, será realizada a divulgação do novo serviço nos postos de identificação no interior do Estado.

Os municípios que contarão com o serviço são Santarém, Itaituba, Altamira, Marabá, Redenção, Tucuruí, Breves, Soure, Paragominas, Capanema, Castanhal, Abaetetuba, Parauapebas e Xinguara. Após a emissão, os dados dos interessados serão enviados a Belém para confecção do documento e a entrega ao solicitante deverá ocorrer em um prazo médio de 15 dias.

Antônio Ricardo Paula explica que travestis e transexuais que morarem em cidades, como por exemplo, Mojuí dos Campos, Oriximiná e Juruti, deverão se dirigir ao posto de identificação de Santarém para solicitar a carteira de nome social. Nos últimos dois anos, 100 carteiras de nome social foram emitidas pela Diretoria de Identificação da Polícia Civil. O documento é válido como identificação oficial ao ser apresentado em qualquer serviço público em órgãos do Governo do Pará, como hospitais, escolas, delegacias, entre outros. Em março, a carteira de nome social também poderá ser emitida no novo Posto de Identificação, inaugurado em dezembro passado, na Estação Cidadania do Shopping Bosque Grão Pará, em Belém.

Reconhecimento - A carteira de nome social foi lançada no Pará, em outubro de 2013, como forma de garantir o exercício pleno da cidadania à comunidade LGBT. O documento permite o reconhecimento de transexuais e travestis pelo nome com o qual se identificam. O direito foi assegurado pelo decreto de número 726, publicado em maio de 2013, no Diário Oficial do Estado.


O projeto que originou a carteira foi aprovado pelo Conselho Estadual de Segurança Pública (Consep) com base na Portaria 362/ 2012, que regulamenta o atendimento a travestis e transexuais nas Delegacias de Polícia. O Pará foi o primeiro estado brasileiro a assegurar a identificação oficial nos serviços públicos do Governo do Estado em um documento específico para transexuais e travestis pelo nome social em 2013. Na época, no estado do Rio Grande do Sul, primeiro a adotar a carteira de nome social, o documento tinha validade mediante a apresentação da carteira de identidade.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Luislinda Valois a nova ministra dos Direitos Humanos




Luislinda Valois, nascida na cidade de Salvador, filiada ao PSDB, foi a primeira desembargadora negra do Brasil. Declarou recentemente que vai priorizar políticas para idosos, LGBTs e refugiados, entre outros grupos minoritários, durante sua gestão.


Essa declaração de Luislinda Valois nos deixa ainda mais confiantes que o Ministério dos Direitos Humanos não só está em boas mãos, mas certamente agora terá seu foco voltado para as minorias que tanto precisam de políticas públicas que tragam visibilidade e garantam o direito à cidadania.


A ministra disse, ainda, não ver resistência de do governo em implementar políticas relacionadas aos direitos humanos. “Tenho todo o espaço, não sei se é pela minha ousadia. Mas todos os projetos que tenho levado ao ministro da Justiça e ao presidente da República têm sido aprovados de pronto”, disse.